FIM DA LOGOMARCA
5 de abril de 2012
CRIATIVIDADE MAPEADA
5 de abril de 2012

O estudo “Panorama e perspectivas do varejo on-line no Brasil”, realizado pela E-Consulting, mostrou que o segmento vai ganhar força no país. Em 2012, a estimativa de faturamento das empresas é de R$ 34,4 bilhões, considerando bens de consumo, automóveis e turismo/entretenimento. Das compras realizadas, 31% foram pagas com boleto bancário e 56% com o cartão de crédito. 

Entre os principais motivos do crescimento, estão os investimentos de grandes varejistas na internet, adoção de estratégias multicanal, maior número de pequenas empresas na rede, acesso à banda larga e crescimento econômico e de renda da população; e a redução de barreiras culturais e psicológicas associadas a esse tipo de atividade.


 Para o sócio-fundador da consultora, Daniel Domeneghetti, o e-commerce no Brasil, a partir deste ano, os varejistas planejam aumentar e qualificar o tíquete médio e o índice combinado de recência, frequência e valor da relação com os consumidores. Para o especialista, os varejistas precisarão ainda encontrar caminhos para potencializar a venda de produtos de baixo valor unitário. Por isso, compras recorrentes e contínuas, de produtos como alimentos, cosméticos do dia a dia e remédios ou serviços pontuais como delivery, aluguéis de produtos e clubes de compartilhamento, crescerão de 12% para 18% na participação.

A nova era do e-commercer está alicerçada em três pontos: o primeiro é a Multicanalidade Transacional, isto é, a capacidade que as empresas deverão demonstrar de escolher a correta malha de canais para Branding, Vendas e Relacionamento (BVR) por perfil de cliente e por tipo de produto ou natureza de serviço; o segundo ponto é o Community Commerce, que passarão a ser hipersegmentadas e voltadas a grupos e comunidades específicas. Com esse movimento, a venda recorrente de produtos e serviços ganhará contexto e colaboração contínuos, fortalecendo o conceito e o elo entre os indivíduos das comunidades.

 Por fim, o Purchase Extended Point, em que a equação de compra-venda se inverte e dos vendedores precisarão oferecer produtos e serviços em seus próprios perfis nas redes sociais. Para os varejistas da web, essa realidade será a próxima ruptura.