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GASTOS DOS ANUNCIANTES COM PUBLICIDADE NO BRASIL

As plataformas digitas (web, mobile) têm ganhado atenção dos anunciantes já que permitem uma melhor segmentação de públicos a alcançar bem como o anúncio direcionado com o uso de dados. Em 2016 a publicidade na internet representou cerca de 20% do total gasto pelos anunciantes. Com uma projeção de crescimento acelerado de 12% a.a., estima-se que em 2021 ela estará próxima dos 30%.

Entretanto, a preferência do setor é e ainda vai continuar sendo a televisão.

Desafios para a publicidade na internet que a pesquisa revelou: por parte dos consumidores – exposição exagerada de anúncios, vídeos de carregamento lento, receio com invasão de privacidade e uso indevido de seus dados.

Por parte dos anunciantes – os Ad Blocker (bloqueadores de anúncio), baixa confiança na transparência e eficácia das campanhas online.

Principais dados da pesquisa para a publicidade no Brasil:

  • Em 2016, foram gastos US$10 bilhões com publicidade no Brasil. Com crescimento médio anual de 5,5% ao ano; espera-se que chegue a US$13 bilhões em 2021.
  • A Publicidade na TV aberta no Brasil continua sendo a preferência do anunciante, com 47% do total da publicidade no país em 2016. Em 2021, deve chegar a US$5,9 bilhões. (em 2015, esperava-se que os gastos com TV em 2019 fossem de US$10,7 bilhões)
  • A TV paga e a TV online devem chegar em 2021, respectivamente, com US$800 milhões (crescimento de 14% ao ano) e US$200 milhões (crescimento de 40% ao ano).
  • Quase 50% dos brasileiros que participaram da pesquisa consideram a publicidade em vídeo com a opção de pular o anúncio um tipo positivo de publicidade.

Os segmentos que devem apresentar maiores perdas de receita de publicidade nos próximos cinco anos são revista (-5% ao ano) e jornal (-3% ao ano). O rádio deverá ter um crescimento inferior a 1% ao ano. (em 2015 previa-se uma situação bem diferente, com revista obtendo crescimento de 3,5% até 2019, jornal obteria US$1,7 bilhão em publicidade e rádio alcançaria crescimento médio ponderado de 3,6% a.a. de 2016 a 2019.)