PIRATAS DO SOFTWARE
21 de junho de 2010
SÃO TANTAS EMOÇÕES…
21 de junho de 2010

      Dificuldades financeiras, fases turbulentas na infância e adolescência, choques culturais, abrir as primeiras lojas no interior do país. De certa forma, essas características predominam a trajetória dos varejistas brasileiros. É o caso de Ricardo Nunes, que em pouco mais de 20 anos passou de vendedor de ursinhos de pelúcia ao posto de segunda maior varejista de móveis e eletrodomésticos do país. Uma saga única. Nunes, não tem ginásio completo, não usa e-mail e nunca leu um livro de administração. Mas, criou um império de 268 lojas com um faturamento superior a R$ 2 bilhões anuais. 

      Ou de Samuel Klein, que começou a trabalhar como mascate, em 1952. Depois de cinco anos deu início à construção das Casas Bahia.

      Para o ex-reitor da USP e autor do livro \’Pioneiros & Empreendedores\’, “os pioneiros e empreendedores revelam, durante a ascensão empresarial, uma grande abertura de espírito. Desenvolvem uma sensibilidade aguçada e capacidade incomum para absorção de novas informações”, afirma Jacques Marcovitch.

      Mesmo depois de erguerem da estaca zero um império. O momento é de muito trabalho e otimismo, mas também divergências. Fica pergunta: Quais os próximos passos desses grandes empreendedores?