NADA MONOLÍTICO
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Em 2010, impulsionado pelo mercado aquecido e pela Copa, o comércio eletrônico faturou R$ 14,8 bilhões no Brasil. O número representa um crescimento de 40% ante os R$ 10,6 bilhões de 2009. Segundo a Web Shoppers, a previsão para 2011 é de R$ 20 bilhões. O valor médio das compras on-line é de R$ 425 para homens e R$ 314 para mulheres. No total, foram 40 milhões de pedidos para 23 milhões de consumidores. E o boca-a-boca tornou um sucesso o novo modelo de negócios: as compras coletivas, 37% dos compradores souberam das ofertas por amigos e parentes.

Em meio a este cenário, o perfil dos consumidores que compra pela internet está mudando, com a inclusão de pessoas da classe C, que representam atualmente 35% do número de internautas que compram pela web. No ranking de audiência dos sites de vendas, o Mercado Livre é o primeiro, seguido do Groupon e das Americanas.

As lojas virtuais faturaram, em 2010, R$ 15 bilhões de reais. Entre as novidades, a Livraria Saraiva acaba de entrar no setor de Viagens e Turismo, que movimentou R$ 6 bilhões no ano, e vai competir com Decolar.com, Submarino Viagens e CVC. E o setor de vestuário começa a despontar, puxado pelos chamados clubes de compra, que vendem roupas de grife com desconto.