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O FUTURO DO IMPRESSO É DIGITAL?

O segmento de mídia impressa é aquele que foi mais afetado pelas mudanças no comportamento do consumidor nesta era digital.  Editoras de todo tipo vêm buscando se adaptar a esse novo consumidor.

Pela pesquisa fica claro que o segmento está reduzindo, mas não há uma migração da receita para o digital.  Aqueles que produzem o melhor conteúdo, mantêm a confiança dos consumidores e anunciantes e, no Brasil, representaram 97% dos gastos do consumidor em 2016 e, em 2021, a previsão é que serão 95%.

A questão é: como ir para o online? Buscando por inovações, por exemplo, mas não restrito a: o Paywall para jornais, os clubes de assinaturas online para revistas e as lojas virtuais para livros.

Principais dados da pesquisa para ler no Brasil:

  • Enquanto os gastos com livros impressos vão cair 1% ao ano nos próximos cinco anos, livros digitais crescem 10% no período. Porém, o maior gasto ainda será com o livro impresso: 90% do total do mercado de livro, que deverá ser de US$1,3 bilhão em 2021. (em 2015 fazia-se uma previsão de que em 2019 o mercado de livro alcançaria US$2,4 bilhões.)
  • O consumo de jornais é o mais resiliente. O mercado de quase US$1,5 bilhão em 2016, deverá reduzir a uma média de 0,3% ao ano até 2021. As assinaturas digitais crescem; mas, não ultrapassarão 5% do total das receitas deste segmento. (em 2015, esperava-se que em 2019 a receita com publicidade daria aos jornais cerca de US$1,7 bilhão.)
  • Revista é o segmento que apresentará maior queda de consumo: 3% ao ano até 2021, reduzindo de US$602 milhões em 2016 para US$526 milhões em 2021. O brasileiro irá gastar mais com o consumo de música do que com a compra de revistas. (em 2015 havia-se uma previsão de que o segmento cresceria a uma taxa média ponderada de 0,1%.)

O segmento de B2B compreende os gastos do consumidor pessoa jurídica para obter informações de negócio, como empresas que geram dados e pesquisas especializados para setores da economia. Este é o único segmento que apresentará crescimento nos próximos cinco anos, principalmente com a exploração do big data e a utilização de ferramentas de data analytics: 3% ao ano até 2021. (em 2015, previa-se que este valor alcançasse US$1,4 bilhão no ano de 2019).