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O MERCADO DE GAMES NO BRASIL

O sucesso dos smartphones trouxe à reboque um aumento de aplicativos e jogos na vida do consumidor, e jogos como Candy Crush Saga trouxeram novos consumidores que embora gastem pouco ou quase nada, sua predisposição para gastar está aumentando. Este tipo de gasto, chamado de microtransações, representou 43% dos gastos com games no Brasil em 2016 e, com um crescimento médio anual de 13%, deve chegar a US$498 milhões em 2021.

O sucesso em 2016 do Pokemon Go, lançado no Brasil em agosto de 2016, foi outro bom exemplo do grande apelo dos jogos para celular. A fórmula foi explorada com sucesso por outros jogos, como Clash of Clans e Game of War. O Minecraft também está fazendo sucesso, principalmente entre as crianças, que têm criado diversos canais no YouTube para falar sobre o jogo.

Um quadro conhecido são as altas taxas de importação que tornam o preço muito alto e a ocorrência da pirataria e descaminhos tornam-se práticas corriqueiras.

Principais dados da pesquisa para games no Brasil:

  • O gasto com games em 2016 chegou a US$644 milhões no Brasil. Em 2021, a expectativa é que atinja US$1,4 bilhão, com crescimento médio de 17% ao ano.
  • Quase 100% da receita de games no Brasil vem das plataformas digitais e é impulsionada por jogos para dispositivos móveis (social/casual) que deve sair de US$220 milhões em 2016 para US$712 milhões em 2021, crescendo, em média, 26% ao ano.
  • O país se tornou um importante polo de games na América Latina, com grandes feiras e eventos do setor, como o Brasil Game Show. Para jogos de PC, há o Campeonato Brasileiro de League of Legends, que atrai multidões para as arenas de disputa.

Jogos tradicionais (mídias físicas para console e PC) caem a uma média de 2% ao ano, saindo de US$78 milhões em 2016, para US$69 milhões em 2021.