O paradoxo entre “fãs das marcas” e “compradores leves

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Em 2016 veremos marcas renunciando mais ainda ao seu controle em prol de seus seguidores.  Marcas inteligentes irão avançar nessa relação, de “seguidores” para “fanáticos”. Mais portas se abrirão para que esses fãs ativem e repercutam suas próprias narrativas inspiradas – e não controladas – pelas marcas que eles gostam.  Estas marcas inteligentes trarão conteúdos originais e compartilháveis para que seus fãs façam eles mesmos sua evolução.  Se eles viram, no passado, as marcas fazendo suas evoluções, agora é a vez deles tomarem o controle e sentar no lugar do motorista, para dirigí-las.

O paradoxo é que a tv retomará um papel preponderante. Embora ela tenha visto sua percentagem do investimento publicitário reduzir, ela continuará a ser o meio de escolha, até mesmo para os “millennials”, ao redor do mundo.

Citando o professor byron sharp – autor de how brands grow – os consumidores têm uma visão diferente dos profissionais de marketing acerca das marcas.  Para ele, os “usuários leves” são aqueles mais suscetíveis às campanhas emotivas, memoráveis e consistentes.  E um plano de mídia de massa competente é capaz de torná-los “compradores leves” e são eles o melhor caminho para a criação e fortalecimento da marca. É esse importante trabalho de mídia de massa que mantém a presença de marca (top-of-mind) no momento da decisão de compra.

(COLIN DRUMMOND MARKETING STRATEGY EXECUTIVE AND FORMER CHIEF STRATEGY OFFICER DEUTSCH LA)