GROUNDSWELL
29 de janeiro de 2010
REVOLUÇÃO
29 de janeiro de 2010

Como o estudo da Booz & Company demonstra, os cinco comportamentos definidos neste novo Ecossistema para anunciantes, agências e veículos são: Primeiro, transformar consumidores em prosumidores. Quatro em cada cinco profissionais de marketing acreditam que as percepções sobre os clientes são mais importantes agora do que há cinco anos. Os chamados evangelizadores da marca serão peças-chave e empresas líderes como Nike e Procter & Gamble estão centradas nessa meta.

O segundo é desenvolver experiência de marca de maneira interativa. Blogs, programas boca a boca e redes sociais estão em voga. É o caso da Nike +, iniciativa conjunta com a Apple e agências digitais para corredores monitorarem seus exercícios.

No terceiro mantra é preciso também proporcionar conteúdo e contexto, com mais flexibilidade e velocidade, associada ao foco no mix de mídia. Aproximadamente um quinto das empresas do estudo já investiu em funções internas de planejamento de comunicação. Mais da metade dos profissionais entrevistados espera que o processo de compra de mídia fique mais parecido como uma bolsa de valores no prazo de cinco anos.

O quarto mantra seria dominar o novo cálculo da comunicação. Três quartos das empresas de mídia querem compreender melhor o que os anunciantes desejam medir, sendo o principal nó a falta de cooperação. Seis das dez agências do estudo acreditam que a falta de disposição das empresas em compartilhar objetivos e metas inibe sua capacidade de medir a eficácia. E, finalmente o mantra desenvolver relacionamentos novos e mais colaborativos ao longo de toda a cadeia de valor, ou seja, em um ecossistema de marketing cada vez mais complexo, o modelo linear da cadeia formada por anunciante, agência e mídia se transformou em uma teia de conexões que se sobrepõem e criam interdependência.