MIDOREXIA
28 de julho de 2017
COMPUTADOR QUÂNTICO FUNCIONAL
28 de julho de 2017

Um estudo da McKinsey Global Institute  2016 mostra que as cidades inteligentes vão movimentar em todo mundo algo em torno de US$ 2 trilhões até a próxima década, justamente em decorrência da aplicação de novas tecnologias na resolução de grandes desafios da vida urbana como mobilidade, segurança e uso eficiente de recursos naturais. Sensores que analisam o tráfego de veículos podem ajudar automaticamente o tempo de abertura e fechamento de semáforos para melhorar o fluxo. Da mesma maneira, sistemas inteligentes como o da cidade de Pequim, que instalou sensores nos sistemas de abastecimento de água monitoram vazamentos e alteração da pressão. Este sistema já resultou em uma redução de até 40% do desperdício.

Nos EUA, o projeto What Works Cities (https://whatworkscities.bloomberg.org/), lançado há 3 anos, ajuda cidades de médio porte a melhorar o uso dos dados que capturam em prol dos serviços para os cidadãos. Apenas nas primeiras semanas, mais de 40% das cidades elegíveis  se inscreveram no projeto.

Os avanços tecnológicos permitem que cada município crie soluções próprias para seus problemas.  Mas, se quiserem atender seus cidadãos, os gestores precisam compreendê-los. A governança centrada nos cidadãos não é muito diferente da forma como corporações focam na experiência do usuário.

O estudo da McKinsey estima que até 2025 a população das áreas urbanas crescerá a um ritmo de 65 milhões de pessoas por ano.  A era digital dá poder e autonomia às pessoas para que escolham onde querem viver e trabalhar.