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As empresas se comunicam mal com os consumidores nas ruas da periferia das capitais brasileiras. Grandes marcas de comidas e bebidas pouco
exploram a relação com as classes C e D, em pequenos restaurantes ou botecos. Esta constatação aparece no relatório Truth about Street da WMcCann.
A pesquisa foi realizada com 4,2 mil pessoas no Brasil, em 15 bairros como Campo Limpo e Tatuapé, em São Paulo, e Tijuca e Cascadura, no Rio de Janeiro.
Além da fraca lembrança, a população confunde conceitos de marca e categoria de produto.  “Quando perguntados sobre quais marcas comiam nas ruas,
eles diziam cozinha e salada”, explica Aloisio Pinto, vice-presidente da WMcCann.

Em bares e restaurantes localizados nas periferias, por exemplo, praticamente não há exposição das marcas ou ações nos pontos de venda, o que
explica o baixo índice de lembrança. A questão principal para falta de exploração melhor do canal são os riscos de operação, diz  diretor da BrandAnalytics,
Eduardo Tomiya. Um deles é associar a um prestador que venha a ter eventualmente, algum problema com a agência sanitária.