Plataformas próprias, uso de um passado recente e marcas em motion graphics

O paradoxo entre “fãs das marcas” e “compradores leves
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Design, com responsabilidade, e muito além
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Em 2016 veremos mais marcas tentando criar suas plataformas próprias e manter seus consumidores reunidos em torno de pontos em comum e compartilhados – red bull e gopro são bons exemplos deste tipo de “comunicação-puxe”, onde seus consumidores escolhem estar lá, pois compartilham valores e visões defendidas pelas marcas.

E como os “millennials” continuam a ditar o consumo de massa, devemos ver um retorno à \’saudade recente’ como um mecanismo de condução de sensibilização. “millennials” são o primeiro grupo capaz de compartilhar experiências coletivas em tempo real  por \’memes\’ e, como tal, são extremamente suscetíveis à nostalgia de um passado recente. Marcas inteligentes podem explorar este caminho e reciclar ideias do passado recente para criar um senso de conexão com esses consumidores mais jovens.

No que diz respeito ao design, como a interface digital é o habitat natural deles, as marcas tendem a acelerar a criação de suas versões em motion graphics – até mesmo nas suas imagens estáticas – mantendo assim sua conexão com eles. Muito parecido com o jingle, na era do rádio, tido como elemento-chave na identidade das marcas.

(JAMES FOX CEO – RED PEAK BRANDING)