FONTE DE IDEIAS
2 de março de 2012
EXPERIÊNCIAS SINESTÉSICAS
5 de abril de 2012

Não faltam indicadores para comprovar a popularidade extraordinária das redes sociais.  A principal preocupação dos investidores é quanto esses sites irão converter essa audiência global em vendas e lucro.

Curtir no Facebook virou moda.  Em setembro, os internautas americanos passaram, em média, 6,8 hotas no Face, mais do que qualquer outro site, segundo a comScore.  Com mais de 800 milhões de usuários, o site está sendo monitorado pelas grandes companhias para saber o que os consumidores pensam de suas marcas.  

A questão para o Facebook, porém, é quanto os anunciantes estão dispostos a pagar pela oportunidade. A maioria dos anúncios vem de empresas pequenas e a Facebook está sob pressão para aumentar o volume. De acordo com o primeiro levantamento de publicidade no Facebook realizado pela comScore Inc, mostra que grandes compradores de propaganda on-line colocaram menos de 15% do total de seus anúncios digitais no Facebook, em agosto e setembro.

Para Rohit Bhargava, vp senior da Ogilvy, os anúncios do Facebook exploram um novo território, porque a empresa usa informação demográfica fornecida gratuitamente pelos usuários, que permite mensagens direcionadas. Alguns publicitários e analistas pontuam que o Facebook reduz suas vendas ao limitar o tamanho dos anúncios.

De modo geral, os profissionais de marketing avaliam que o valor de cada curtida fica em torno de US$ 1 por usuário, mas ainda não descobrirou o valor de uma mensagem positiva.  A Ford chegou à conclusão de que apenas comprar anúncios e incentivar as pessoas a “curtir” seus automóveis não levam necessariamente a relacionamentos de longo prazo. Fica a indagação: “Qual é o valor real desse \’Curtir\’?”