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Para Melvin Landis, diretor de varejo da Coca Cola, contar histórias é a “nova moeda”, pois desperta interesse do público e cria afeto, que permanece mesmo com as mudanças de comportamento. “Criamos valor por meio de histórias”, afirmou. Em suas campanhas, a Coca-Cola sempre procurou contar histórias, com conceito de otimismo e positividade, e sobreviveu a todas as campanhas contra o consumo de refrigerante. “A Coca-Cola dialoga com o consumidor e se fortalece a cada nova geração”, explica Carlos Ferreirinha, especialista em varejo. Ao contar uma sucessão de histórias, a Coca-Cola se torna parte da vida das pessoas. Como a campanha brasileira que imprime os nomes mais comuns nas garrafas e latas da marca.

É interessante perceber que em nenhum momento a Coca-Cola fala do beneficio do produto. Ela conta o que desenvolve para a comunidade, conta histórias e envolve as pessoas com a marca. Exemplo disso aconteceu no megaevento esportivo americano SuperBowl 2012. A Coca-Cola sabia que 70% dos telespectadores acompanhavam o evento sem abrir mão de uma segunda tela, que poderia ser o celular, tablet ou computador. Com isso, criou uma campanha interativa com os ursos polares assistindo ao jogo e mostrando fotos e comentários dos próprios torcedores.