JUST IMAGINE
11 de dezembro de 2013
DE CARRASCA A SALVADORA
11 de dezembro de 2013

De acordo com a consultoria Business Bureau, as conexões ilegais representam 41% do mercado formal de TV paga, 31% a mais que a estimativa da Associação Brasileira de Televisão por Assinatura (ABTA). Há dois anos, a pirataria equivalia a 25% do mercado oficial latino-americano. Entre os países da região, México e Colômbia apresentam os maiores volumes de pirataria, com 8 milhões de conexões ilegais cada um. Em seguida estão Brasil (7 milhões) e Argentina, com 5 milhões.

O “Gatonet” se fosse uma companhia de TV paga, seria a segunda maior empresa do setor no Brasil em números de usuários, perdendo apenas para a Net/Embratel.  São estimados 7 milhões de lares conectados a serviços pirateados no país, gerando uma perda média de R$ 2 bilhões por ano.

Os tipos mais comuns de pirataria são a instalação ilegal de cabos a partir da conexão de um usuário pagante e o outro é adotar decodificadores que permitem o acesso ilegal à programação.

Para combater a pirataria, as companhias têm investido em tecnologias de segurança para impedir que esses dispositivos captem o sinal de transmissão das operadoras. O avanço da pirataria levou as operadoras que atuam na América do Sul a integrar a Aliança Contra a Pirataria da Televisão Paga, que reúne 120 companhias. A falta de uma legislação específica de combate à pirataria também afeta o setor.