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O cinema chinês começa a ganhar relevância internacional. Se há dez anos a arrecadação de uma bilheteria chegava apenas US$ 3 milhões, hoje é possível conseguir US$ 100 milhões ou US$ 200 milhões. A China está fabricando mais de 1,4 mil salas de exibição por ano e o número de salas vai dobrar até 2015. Hoje, são aproximadamente 6,2 mil.

Em 2010, as bilheterias cresceram 64% no mercado chinês. O potencial de crescimento é grande. Por outro lado, chegar à fórmula certa não é fácil. Alguns sucessos americanos renderam uma fortuna na China, como “Avatar”, atingindo uma bilheteria bruta de US$ 216 milhões. Já a versão chinesa de “High School Musical” rendeu menos de US$ 155 mil.

Mas, o governo chinês está usando o sistema de cotas para impedir a disseminação da cultura estrangeira e promover a incipiente indústria cinematográfica doméstica. A alternativa é classificar o filme como uma coprodução chinesa, e que ficar com 47% da bilheteria, ante 13,5% dos filmes importados. Para ganhar esse status, os filmes precisam ser classificados pela autoridade chinesa que regula o setor de mídia, que estabelece as regras sobre os financiamentos dos filmes, as locações e a porcentagem de artistas chineses que devem participar dos elencos.