Palestra Dupla:

Convidamos para duas palestras na quarta dia 28 Fev às 19h30 pelo ZOOM no Grupo de Mentoria e Autodesenvolvimento.

Palestra 1: A profissão de Advice e como um Adviser ISOR® atua no mercado.

Se você ainda não participa do Grupo de Mentoria e Autodesenvolvimento inscreva-se pelo link https://chat.whatsapp.com/E9yPOy8t1cL607PyCENMss e desfrute das atividades e das diferentes palestras. Podes enviar o link convidando pessoas do seu relacionamento.

Palestra 2 com Evaldo Bazeggio traz temática super atual: A revolução acelerada no trabalho dos profissionais de Mentoria, Advice, Coaching, Consultoria e Terapias e Atendimentos em geral. O palestrante focalizará principalmente sobre as estratégias eficazes que estes profissionais devem ou deveriam adotar urgentemente. Grande abraço do Marcos Wunderlich, admin do Grupo, Master Mentor Sênior. Todos são bem-vindos!

Volatilidade (volatility)

Saltos do mercado.

A tecnologia provoca flutuações nos mercados. Todos ouvem mais novidades mais rapidamente e podem ti­rar proveito dessas notícias mais facilmente. E é exata­mente isso que todos fazem. Quando as notícias che­gam aos mercados em um momento de desequilíbrio, pode haver um efeito de pêndulo. 

A curto prazo a forma encontrada para lidar com essas oscilações foi forçar fusões de bancos com corretoras de valores, visto que os grandes navios enfrentam grandes ondas com mais segurança. Mas a longo prazo essa volatilidade tende a corrigir-se. Quan­to mais exagerada for a reação do mercado, maior o número de especuladores que serão atraídos pela pos­sibilidade de realizar grandes lucros. E, quanto maior o volume de dinheiro disponível procurando adivinhar o que vai acontecer no mercado, mais difícil será criar o impulso necessário para dar um salto. 

Vencedor leva tudo (winner takes all)

Economia de Hollywood.

O ator e rapper Will Smith ganha milhões de dólares por filme, não apenas porque tem talento, mas por­que a economia da informação dá aos astros e estrelas de Hollywood um imenso poder de barganha. O po­der desses astros é uma profecia que se torna realida­de: ele atrai grandes plateias, o que atrai patrocinado­res, cujo dinheiro produz os filmes, que atraem os que compram entradas para os cinemas.

A mesma dinâmica aplica-se a outros tipos de traba­lho com informações, área em que os executivos des­tacados estão começando a ser tratados como astros e estrelas, com salários equivalentes. Isso está de acordo com uma tendência mais generalizada nos países em desenvolvimento, onde as pessoas que ganham salários mais altos enriquecem mais rapidamente que as que recebem salários menores, ou seja, a desigualdade de renda está aumentando. Isso não é necessariamente mau; pode ser um sinal de uma economia mais volátil e móvel, na qual a receita individual pode variar mui­to de ano para ano. 

Uso e atitudes

Pesquisa quantitativa baseada em entrevistas com uma amostra grande de pessoas, para medir conhecimentos de marcas (share of mind), hábitos de compra e de uso de produtos e marcas, atitudes em relação a determinadas marcas etc. Usa-se também a forma abreviada U&A, ou., em inglês, AAU.

Transparência

Aquilo que você sabe que não pode preju­dicá-lo.

O fluxo livre da informação -transparência, no jargão moderno- é a chave dos mercados eficientes (sem fa­lar em bons governos). A transparência cria confiança; o segredo cria medo. Mesmo no caso de empresas individualmente, o segre­do talvez não seja tão importante quanto se imagina. Com a expansão da Internet, um número crescente de empresas está compreendendo as vantagens do in­tercâmbio de informações com clientes, fornecedo­res e até mesmo concorrentes, que muitas vezes com­pensam os custos envolvidos. Os empregadores ainda se preocupam com a possibilidade de os conhecimen­tos mais valiosos da companhia saírem porta afora to­das as noites. 

Transmissão dirigida (narrowcasting)

Mais sinal e menos ruído.

A mídia eletrônica permite que você escolha suas ar­mas. A transmissão aberta em massa (broadcasting) ser­ve para construir uma marca em mercados de massa. A interatividade lida com indivíduos. E entre as duas está a transmissão dirigida (narrowcasting), a ferramenta perfeita para explorar nichos de mercado.

A época pioneira da transmissão dirigida foi o início da televisão a cabo, mas seu verdadeiro lar será a lon­gamente esperada convergência entre a televisão e a Internet. Tecnologias de transmissão de mídia em tem­po real pela Web já tornam possível enviar programas de TV para públicos de até 50 mil pessoas a um custo menor que o da TV a cabo por telespectador. Quando se paga para contatar pessoas, vale a pena atingir só aquelas que realmente interessam.

Trade-mark

Marca registrada (de posse exclusiva, reconhecida e válida juridicamente). Marca corporativa.

Trabalho, desaparecimento do

Sonho de uma noite de verão.
Cada vez que a economia muda, alguém prevê o fim do trabalho, mas isso nunca acontece. A revolução do lazer poderia ter começado com o primeiro arado ou com a primeira máquina operatriz. Os computadores não substituem o raciocínio huma­no mas o ampliam e, sendo assim, não há uma razão real que os torne úteis para reduzir a carga de trabalho. Pelo contrário, ao permitir que as pessoas transmitam ideias cada vez mais complexas, os computadores na verdade deverão aumentar a carga de trabalho, que é o que está acontecendo, aparentemente. O que talvez esteja desaparecendo são as medidas tra­dicionais do trabalho. 

Trabalhador do conhecimento (knowledge worker)

Alguém que é pago para pensar.

No início do século XX, dois terços da população eco­nomicamente ativa dos EUA tirava seu sustento fabri­cando coisas; hoje dois terços ganham a vida toman­do decisões. Essa mudança trouxe prosperidade e pa­drões de vida com os quais os avós desses americanos nem sonhavam. Mas também transformou o mundo em um lugar menos seguro; um trabalhador do co­nhecimento, dizem os chefes de hoje quase como brin­cadeira, é alguém que nunca consegue definir exata­mente o próprio trabalho.

E mais difícil lidar com as pessoas que tomam decisões, uma vez que dizer a elas o que e como devem decidir frustra o fim a que se quer chegar. Pior ainda, os bons “decididores” têm conhecimentos que seus chefes não têm, o que explica por que ser o encarregado de algu­ma coisa hoje não é mais como antigamente.